As Múltiplas Cores da Universidade

abril 26, 2015

A comunidade de alunos, técnicos e professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decide, nessa quarta-feira 29 de abril, quem será o novo reitor da instituição. O novo reitor, junto com o vice-reitor escolhido, será o principal responsável, a partir de outubro próximo, pela condução da Universidade por um período de quatro anos.

Com cerca de 40 mil alunos, quatro mil técnicos e 2,5 mil professores, a UFPE é uma organização complexa, diversa e com uma heterogeneidade de experiências e visões de mundo. Desenvolvimento de pessoas e o avanço do conhecimento movem a Universidade. A interação com a sociedade – nos níveis local, regional, nacional e internacional – complementam a relevância esperada de uma instituição como a UFPE. Criatividade, sustentabilidade, diversidade, ética e integridade são seus valores.

Com um orçamento perto de R$ 1,3 bilhão para 2015, mas com custos fixos crescentes, limitada capacidade de investimento e um programa de ajuste fiscal em andamento, a Universidade não tem tempo a perder. As metas do Plano Nacional de Educação para a educação superior, uma formação – em nível de graduação, pós-graduação e continuada – mais alinhada aos novos ambientes de trabalho, uma pesquisa e desenvolvimento de relevância científica, social e industrial, a formação de empreendedores, a geração de empreendimentos inovadores e a aplicação de tecnologias disruptivas que transformam a forma de vivermos, aprendermos e trabalharmos são desafios que impactam diretamente a missão da UFPE.

Ao mesmo tempo, o engajamento e capacitação de técnicos e docentes, o desenvolvimento institucional de processos, sistemas e infraestruturas e o uso intensivo de novas tecnologias serão essenciais para dar apoio eficiente e eficaz às suas atividades finalísticas, permitindo uma melhor condição para enfrentar os desafios citados.

Ao novo gestor e líder da instituição caberá refletir e compreender tanto o ambiente interno quanto o ambiente externo em constante mutação. Capacidade de diálogo e mobilidade em Brasília continuarão fundamentais. Decisões precisarão ser tomadas em função dessa compreensão sistêmica, da capacidade de diálogo e sempre guiadas por interesses institucionais claros para toda a comunidade universitária e para o cidadão brasileiro, esse financiador primeiro de uma universidade pública.

Dentro desse cenário, e também a partir de uma convivência profissional de três anos e meio junto ao Reitor Anísio Brasileiro, testemunhando momentos que exigiram dele decisões difíceis, mas que representaram escolhas necessárias para o avanço institucional, onde sempre procurou acertar e guiar suas decisões pelos reais interesses da UFPE, onde demonstrou um respeito imenso pelos estudantes, técnicos e professores da instituição e, finalmente, pelo seu espírito republicano e pela compreensão das múltiplas cores da Universidade Federal de Pernambuco é que, nessa quarta-feira, darei meu apoio a Anísio e Florisbela nessa consulta à comunidade tão cheia de significados para a UFPE.

Escolas públicas ainda sem livros texto

outubro 13, 2013

Outubro! Sim, já estamos em outubro e acabei de saber de um aluno que a Escola Lions de Parnamirim não recebeu nenhum livro texto esse ano.

Copa 2014: Silêncio das caxirolas: o chocalho de Carlinhos Brown está proibido

maio 27, 2013

Mais um exemplo de INTERVENÇÃO artificial, individual e encomendada que não dá certo. Vamos caminhar de forma simples e natural em um país com uma rica cultura popular!

VEJA.com: O silêncio das caxirolas: chocalho de Brown está proibido – Esporte – Notícia – VEJA.com.

 

Um novo ano, um novo Recife: dez desejos para o futuro próximo

dezembro 31, 2012

O novo ano de 2013 está à porta. E com ele uma nova administração municipal para a cidade do Recife. Aqui coloco dez desejos. Meus desejos individuais como habitante dessa cidade onde nasci e que me proporcionou grandes momentos. Desejos para o novo prefeito, vice-prefeito – GERALDO JULIO e LUCIANO SIQUEIRA – e sua equipe mas, e principalmente, desejos para a cidade e sua gente.

Em primeiro lugar LIMPEZA. Antes de partirmos para cuidarmos dos ratos e baratas, partamos para a limpeza. Limpeza urbana: das ruas, das calçadas, da planície e dos morros. Junto com a limpeza das nossas casas, cuidemos da limpeza dos espaços públicos. Que a Prefeitura (e a Emlurb) coloque caçambas estacionadas em pontos estratégicos para que a gente não acumule lixo nas calçadas e ruas. Que, de jeito algum, joguemos lixo nos nossos canais e rios. Pobre mas limpa!

Em segundo lugar SANEAMENTO. Não adianta falar de um rio Capibaribe ambientalmente sustentável se não falarmos de saneamento básico: um sistema de esgoto (canos enterrados, em geral de concreto) que conduzam o esgotamento sanitário das edificações (residenciais, comerciais e industriais) para sistemas de filtragem e limpeza antes de jogar os resíduos no nosso principal rio. O Capibaribe, e os seus canais afluentes, serão tão limpos quanto for o progresso na implantação do saneamento na cidade. E não vamos misturar os sistemas de esgotameto pluvial com o sanitário. Hoje, certamente, muito esgoto é jogado dentro do esgotamento pluvial. Dizer que vamos limpar o Capibaribe sem endereçar a questão do saneamento básico é balela.

Em terceiro lugar ACESSIBILIDADE. Calçadas, sinalização, acesso a transporte público pensados em termos de pessoas idosas e especiais. Isso requer cuidado com espaços públicos como praças, calçadas, prédios públicos, mas também eventos, serviços ao cidadão (presenciais e virtuais) e de forma que esses cidadãos sejam considerados (foco no cidadão como usuário da cidade).

Em quarto lugar MOBILIDADE E TRANSPORTE PÚBLICO. A mobilidade na cidade do Recife piora a cada dia. O estrangulamento está próximo. Diretrizes políticas e ações práticas são necessárias. Praticamente nenhuma evolução no sistema de transporte público é percebida nos últimos 35 anos. É preciso expandir o sistema de corredores de ônibus. É preciso expandir o metrô (uma expansão a cada 20 anos não basta!). É preciso investir numa melhor informação ao usuário usando tecnologia da informação (as principais paradas de ônibus devem ser um hub de informação sobre linhas e horários). É preciso termos ônibus conectados e com informação online a bordo sobre o status da sua linha e da viagem. É preciso termos um melhor serviço prestado pelo motorista e cobrador (ou começar a promover cobradores a motoristas, automatizando a cobrança). É preciso ampliar o sistema de ciclo-faixas e implantar ciclo-vias. É preciso termos serviços de ônibus com ar condicionado. E, se preciso for, fazer largas concessões de linhas com participação de empresas de todo o Brasil, para termos mais concorrência entre as empresas provedoras.

Em quinto lugar PLANEJAMENTO URBANO. Como anda o plano diretor do Recife? Que áreas verdes queremos preservar e são inegociáveis? O que está acontecendo com o Parque do Caiara? Desistimos dele? E a Tamarineira? E o Parque de Exposições do Cordeiro? E a Fábrica da Macaxeira? E a Fábrica da Tacaruna? E parques lineares ao longo dos nossos canais? E a pressão das construtoras por mais espaço vertical? Quais os gabaritos da cidade? Estão sendo respeitados?

Em sexto lugar SINALIZAÇÃO E ILUMINAÇÃO. A sinalização de navegação foi melhorada e hoje pode ser considerada regular (mas precisamos ir para o bom, que ainda está distante do ótimo ou do excelente). Uma implantação mais sistemática das placas de ruas pode ser um bom começo. A iluminação já foi bem melhor. Aqui regredimos. Muitas lâmpadas queimadas e áreas escuras por toda cidade.

Em sétimo lugar PUBLICIDADE FUNCIONAL. Que a nova administração não gaste rios de recursos públicos dizendo o que está fazendo. Se estiver fazendo a própria imprensa vai fazer essa divulgação. Mas, se esse direcionamento for difícil, que a publicidade seja orientada à comunicação funcional com a cidade e seus habitantes: mantenha as ruas limpas, respeite a faixa do pedestre, exerça a posse responsável de animais, conheça o endereço do seu posto de saúde, etc, são exemplos de temas para campanhas publicitárias.

Em oitavo lugar TODAS AS RUAS DA CIDADE PAVIMENTADAS. Que seja colocado em marcha um programa para calçar (asfaltar) TODAS as ruas da cidade. O plano deve ter metas específicas com a quantidade e identificação das ruas que serão calçadas em cada um dos quatro anos em que a nova administração estará responsável pela cidade. Recife tem 12 mil ruas. Cerca de 300 foram pavimentadas na última gestão. Será que a administração que agora assume não poderia pavimentar 1.200 ruas em quatro anos (300 por ano)?

Em nono lugar  PREFEITO, VICE-PREFEITO E SECRETÁRIOS NAS RUAS. Que os principais administradores da cidade circulem pela cidade, andem pelas ruas e procurem ver se algo está mudando. Que não fiquem restritos aos seus gabinetes sem desenvolver uma sensibilidade do que de fato, na prática, está acontecendo e mudando na cidade.

Em décimo lugar ESPÍRITO PÚBLICO DE SERVIR E DE EQUIPE. Que haja um trabalho INTEGRADO E ARTICULADO dos que fazem a administração municipal. Trabalho em equipe. Com muita competência na gestão: planejando, fazendo, monitorando e melhorando sempre o ciclo de gestão. Com grande capacidade de propor projetos (nas escalas estadual, federal ou internacional) e executá-los. E, sempre, nunca perdendo de vista o grande objetivo de tornar a cidade do Recife um lugar melhor para viver, visitar ou investir.

Sucesso Recife! Feliz 2013!

 

Universidade, Sensemaking e Projetos

setembro 21, 2011

Em um mundo cada vez mais interconectado, onde a comunicação, o conhecimento e as redes impactam nossa vida pessoal, social e profissional, a Universidade enfrenta novos desafios e assume um papel institucional ainda mais relevante do que em eras passadas. Tal papel é desempenhado, tradicionalmente, por meio da formação de novos profissionais (nos níveis de graduação, pós-graduação e extensão) e na busca da compreensão de vários fenômenos que nos cercam – físicos, econômicos, sociais, humanos, ambientais, cognitivos, etc. A Universidade é reconhecida pela sua participação em sistemas de inovação, e tem uma imagem de instituição independente e guiada por valores bem estabelecidos. Neste mundo de mudanças contínuas e ainda não totalmente compreendidas, pessoas e organizações procuram se reinventar. Com a Universidade não tem sido diferente. Um terreno ambíguo, mas desafiador – seja no ensino, na pesquisa ou na interação com a sociedade –, está presente e tem estimulado a discussão de novos modelos acadêmicos.

Sensemaking é um processo através do qual podemos buscar significado para um contexto ambíguo e conflitante. De acordo com Karl Weick “sensemaking é testado ao extremo quando as pessoas se deparam com um evento cuja ocorrência é tão pouco plausível, que elas hesitam em relatá-lo por medo de não serem acreditadas. Essencialmente, essas pessoas pensam consigo mesmas: não pode ser, então não é”. Ainda, segundo Weick, “o conceito de sensemaking tem um nome apropriado porque significa, literalmente, a produção de sentido. ´Agentes ativos constroem eventos sensíveis e sensatos`. Eles ´estruturam o desconhecido`. Como eles constroem o que constroem, por que, e quais os efeitos, são as questões centrais para as pessoas interessadas em sensemaking”. Encontrar sentido pode demandar tempo.

A busca de sentido é particularmente importante em um ambiente baseado em projetos. Uma vez dado sentido a uma decisão e ao seu contexto, as ações (programas e projetos), a serem desenvolvidas a partir da consecução do sentido, tornam-se melhor compreendidas e podem ser executadas de forma mais natural, eficiente (executar bem o projeto) e eficaz (executar o projeto certo).

Projetos têm ocupado um papel relevante na sociedade atual. O Banco Mundial calcula que a aproximadamente 22% do PIB global é baseado em projetos. A execução de um projeto representa um esforço temporário – com data de início e de conclusão – que tem como objetivo criar (construir, produzir), de forma singular, um produto ou serviço. Projetos permitem organizar o trabalho de forma temporária e focada, e têm um ciclo de vida que depende da sua natureza. A execução de um projeto passa por várias fases e é influenciada por vários stakeholders, incluindo a própria instituição executora. Programas e projetos são usados para operar o resultado de uma decisão, sendo também ferramentas adequadas para implantar processos de mudança. Projetos podem ser vistos como organizações temporárias. Muitas organizações, e mesmo setores econômicos, são estruturadas como projetos. A indústria de software e a indústria cinematográfica são dois exemplos de setores cujas empresas são baseadas em projetos.

A Universidade, embora não reconhecida explicitamente, é uma organização baseada em projetos: vários projetos de pesquisa são desenvolvidos; projetos de reforma curricular avançam e atualizam cursos e programas de pós-graduação; um curso superior, do ponto de vista do aluno, é um projeto; o desenvolvimento de uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado são projetos; uma reforma regimental é um projeto; projetos de cooperação técnica são desenvolvidos com empresas; a construção ou reforma de um prédio é um projeto. Até uma aula, esse conceito tão fundamental da vida acadêmica, pode ser vista como um projeto. A busca de um novo reitor também é um projeto.

A decisão que precede a execução de um projeto é tão importante, ou até mais importante, do que a execução do projeto e a entrega exitosa do seu objeto. A decisão deve “sair” alinhada estrategicamente, com consenso ou comprometimento, de forma a não causar pressões indesejadas durante a execução do projeto que a concretizará e, o que seria mais grave, resultar em um produto ou serviço que não atende a nenhuma demanda.

Em um ambiente cada vez mais dominado por fatores de mudança e incerteza, a utilização de sensemaking e projetos pode ajudar a Universidade a dar sentido à sua missão e a desempenhar melhor o seu papel.

Camaragibe, São Lourenço da Mata e Tiúma em uma Manhã de Domingo

maio 15, 2011

Impressionante a movimentação de gente e comércio nas três localidades acima. Caos completo, buraco que só a gota serena, visual urbano sujo e feio. Mas o comércio a mais de mil e as pessoas se movimentando e se virando. Governo/poder público não consegue acompanhar a explosão de crescimento.

O Acidente do Caminhão de Melancia e os Presidenciáveis Brasileiros

agosto 23, 2010

“Caminhão tomba e população saqueia carga de melancia em SP”. Essa foi a chamada usada para a notícia publicada no portal G1. Tratava-se de acidente envolvendo um caminhão carregado com melancias que tombou em cima de um carro, na manhã de 20 de agosto passado, no km 78 da Rodovia Fernão Dias, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A rodovia, ainda segundo o G1, ficou interditada nos dois sentidos, das 10h25 às 10h59. Quatro pessoas ficaram feridas e foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros para hospitais da região. Moradores dos bairros próximos saquearam a carga. A concessionária da rodovia informou, por volta das 15h20, que a pista estava limpa e não havia mais lentidão no local.

O que os presidenciáveis pensariam sobre o acidente? Dilma, possivelmente, relembraria o papel importante do programa Bolsa Família, usando o fato como demonstração de que o programa deve continuar (o saque, apesar de ilegal, reflete uma necessidade básica do povo – saciar a fome – e que foi uma preocupação constante do governo Lula). Serra, por sua vez, diria que o programa Bolsa Família não está funcionando a contento, necessitando ser aperfeiçoado, lamentando ainda o prejuízo econômico decorrente do fato. Marina, levantaria a bandeira da educação como forma de combater o saque, que certamente é mais vergonhoso do que o acidente em si. Finalmente, Plínio, rompendo com o pensamento dos três, atribuiria ao tratamento desigual dado pelos governos ao povo, a causa única do acidente.

O acidente (fato ou fenômeno sob análise) pode oferecer, no entanto, uma interpretação mais aprofundada e menos simplista, a partir da qual ações podem ser delineadas na direção de evitá-lo (acidentes servem, antes de qualquer coisa, para aprendermos a evitá-los). Vejamos.

O fato sob observação é o acidente: um caminhão tombou. Componentes do fato: quatro pessoas foram feridas; uma importante rodovia federal ficou interditada (durante 34 minutos); dois veículos foram danificados (o caminhão e o carro); a carga de melancia foi perdida; a carga de melancia foi saqueada (pela população). Atores (pessoas, grupos, organizações) envolvidos: o motorista do caminhão; o motorista do carro; os feridos; a “população” (moradores dos bairros próximos); o Corpo de Bombeiros; a concessionária da rodovia; os hospitais da região.

Outra forma de estruturar o fato é examinar a relação de causa e efeito (muito pertinente em casos de acidente): a causa (ou causas) do acidente; os efeitos (diretos e indiretos) decorrentes do mesmo. Uma análise de causa e efeito mais detalhada pode ser realizada para cada um dos componentes do fato: o que causou o ferimento nas quatro pessoas e qual a efeitos dos ferimentos; o que provocou a interdição por 34 minutos e quais as conseqüências; qual a causa da perda da carga e seu efeito; e, finalmente, porque a população saqueou a carga e qual a conseqüência desse componente do fato.

A partir da análise inicial acima pode-se iniciar a definição das ações que irão, após a sua realização, diminuir as ocorrências de fatos como o analisado. No entanto, um componente secundário no fato analisado (e que pode até passar despercebido pelo observador incauto) pode ser de extrema importância e, o mais difícil de lidar do ponto de vista de ações que o minimizem (solucionem): o saque da carga. O que este componente do fato principal pode revelar? Que a população estava com fome? Que o motorista do caminhão foi omisso? Que não houve policiamento adequado e rápido para evitar o saque? Que se tratava de um oportunismo contextual (“vou pegar umas melancias para vender e ganhar uns trocados”)? Que a população agiu ilegalmente? Que o direito de propriedade não é respeitado? Este último questionamento – em relação a um componente secundário do fato voltamos a enfatizar – pode, no entanto, requerer maior dedicação e energia em termo das suas ações (o que certamente pode requerer um esforço que vai além de um governo ou dois, podendo levar até gerações para pararmos de ver caminhões acidentados sendo saqueados).

As campanhas dos atuais candidatos a presidente do Brasil, refletidas no debate eleitoral, nos parecem vazias e por demais simplificadas. O Brasil tem um potencial enorme e tem uma grande perspectiva de passar para o patamar dos países desenvolvidos. No entanto, problemas básicos, que podem envolver questões culturais (que envolvem fatores econômicos, sociais e políticos) requerem ações que terão seus efeitos no longo prazo (que extrapolam uma ou duas administrações). Analisar corretamente as diversas “cargas de melancia tombadas” é um grande desafio. Análises equivocadas serão desdobradas em ações equivocadas. E o Brasil não tem mais tempo para ações equivocadas.

Outras análises e interpretações são muito bem vindas.

De bike em Philly

maio 25, 2010

Hoje, finalmente, comprei uma bicicleta. Sera usada como lazer e meio de transporte. Foi uma Giant Sedona. Comprada a Austin. Jah vim pedalando da 22 ateh a 47 com direito a uma parada para almoco na 40 (UPenn).

Mendeley and PDF-XChange Viewer

abril 7, 2010

Completing my initial research kit (I had already talked about the Publish or Perish software), I am using now two others software: Mendeley Desktop (for bibliography references management) and PDF-XChange Viewer (for PDF annotation).

Estacionando com uma mão o ônibus double deck…

abril 7, 2010

Pois é, hoje pela manhã peguei o ônibus para mais uma viagem para College Park. E pasmem! A motorista, isso mesmo, uma mulher, chegou na parada estacionando o ônibus de dois andares com uma única mão enquando falava ao celular com a outra. Os ônibus daqui têm muita tecnologia atualizada incorporada. Esse, por exemplo, além de automático e leve de manobrar tinha wi-fi e tomadas à disposição dos passageiros.